Cartas
Minha amada Laura
O tempo está passando amor meu
Saudade tornou-se blusa colada ao meu peito
Que me aperta me sufoca.
Arranca-la, despir-me – não posso!
Vai embora meu coração de vida tentando se recompor
Fiz amizade com a dor
Hoje me é mansa e leve
Como chuva escorrendo no telhado
O espelho reflete lagrimas que descem dentro em mim
Habitam em minha face sorrisos de máscaras
E de meus lábios saem histórias mal contadas a terceiros
Quando na verdade ainda sangra meu coração de amor por ti
Como sempre ousou derramar
Amor meu
Eterno amor
Meu coração pulsa ao compasso que digo teu nome
Lau-ra Lau-ra Lau-ra Lau-ra...
Chove
Nessa noite não há lua no céu
Chove
Choro.
Sua Beatriz
Minha amada Laura
O tempo está passando amor meu
Saudade tornou-se blusa colada ao meu peito
Que me aperta me sufoca.
Arranca-la, despir-me – não posso!
Vai embora meu coração de vida tentando se recompor
Fiz amizade com a dor
Hoje me é mansa e leve
Como chuva escorrendo no telhado
O espelho reflete lagrimas que descem dentro em mim
Habitam em minha face sorrisos de máscaras
E de meus lábios saem histórias mal contadas a terceiros
Quando na verdade ainda sangra meu coração de amor por ti
Como sempre ousou derramar
Amor meu
Eterno amor
Meu coração pulsa ao compasso que digo teu nome
Lau-ra Lau-ra Lau-ra Lau-ra...
Chove
Nessa noite não há lua no céu
Chove
Choro.
Sua Beatriz
Suzane Dias
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