quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Eu não Te Amo na loucura do meu fogo impulsivo
Nem na impaciência desequilibrada de nascença
Não necessito de navalhas para abrandar as vontades que carrego
Nem me é foice o que cala minha boca

Tudo me é tranqüilo sim
Não minto!
Que não preciso

Em mim habita uma mulher mais velha
De pernas bem cruzadas e olhar seguro a dizer:

Viva teus anos com quem tiver de ser, minha Borboleta
Voe por entre as flores e as nuvens de algodão
Sabemos nós que, por fim,
Haverá de existir sempre reencontro
Em nosso casulo de amor.

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