Como o sempre estou a suspirar Saudade...
Hoje, nesta noite, Ela não está de duende.
Está de criança mimada, cruzando os braços e fazendo bico.
Mas não é chata
Seus tristes olhos não me deixam vê-la assim
Quando se enche de se consolar por sua ausência
De repente me assusta a gritar, a bater o pé no chão e abrir os braços
dizendo que te quer
Cansada de explicar, já não digo mais nada.
E a tatear as mãos pequenas, ela fala baixinho, com dor:
- Eu queria ... aqui...
Abraçar para tudo quanto é jardim florir exalando o seu cheiro...
Aí ela sorri imaginando todo esse jardim que é estar contigo... As flores de todos os jeitos, sobre o chão fértil, nas pontes semi-arcos de madeira sobre o riacho, rodeando as fontes... E dali ela voa sentada numa borboleta colorida e vê tudo de cima deslumbrada com os olhos orvalhados...
Até que busca tua mão sobre a dela e não a sentindo, volta da terra do Nunca refazendo o bico e cruzando os braços...
Ah! Menina danada! Te aquieta que eu tenho que ler, rsrs.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Hoje me arrebatou no peito
Uma felicidade de braços abertos
Com cheiro de flores - o primeiro... intenso
E para o vento meu sorriso surgiu como um grito
...calado...
mas largo e nao breve
Hoje ela me beijou com frases firmes
e fiquei bela de brilho nos olhos...
Descobrimos aquilo de que nossas almas ja sabiam
Uma felicidade de braços abertos
Com cheiro de flores - o primeiro... intenso
E para o vento meu sorriso surgiu como um grito
...calado...
mas largo e nao breve
Hoje ela me beijou com frases firmes
e fiquei bela de brilho nos olhos...
Descobrimos aquilo de que nossas almas ja sabiam
Eu não Te Amo na loucura do meu fogo impulsivo
Nem na impaciência desequilibrada de nascença
Não necessito de navalhas para abrandar as vontades que carrego
Nem me é foice o que cala minha boca
Tudo me é tranqüilo sim
Não minto!
Que não preciso
Em mim habita uma mulher mais velha
De pernas bem cruzadas e olhar seguro a dizer:
Viva teus anos com quem tiver de ser, minha Borboleta
Voe por entre as flores e as nuvens de algodão
Sabemos nós que, por fim,
Haverá de existir sempre reencontro
Em nosso casulo de amor.
Nem na impaciência desequilibrada de nascença
Não necessito de navalhas para abrandar as vontades que carrego
Nem me é foice o que cala minha boca
Tudo me é tranqüilo sim
Não minto!
Que não preciso
Em mim habita uma mulher mais velha
De pernas bem cruzadas e olhar seguro a dizer:
Viva teus anos com quem tiver de ser, minha Borboleta
Voe por entre as flores e as nuvens de algodão
Sabemos nós que, por fim,
Haverá de existir sempre reencontro
Em nosso casulo de amor.
Hoje o sono me foge
demora a me enfeitiçar
Escuto musicas antigas para me embalarmas nao tem jeito
E no cheiro de meia-noite
Eu vou respirandouma saudade morna de ti
uma vontade pura de estar pertode abraçar-te
de alisar as maçãs de tua face
De beijar-te os ohos suavemente
De conversarmos no silencio
E ver-te pousad sob meu colo
pegar na mão do sono e com ele passear
Nada mais.
Suzane
demora a me enfeitiçar
Escuto musicas antigas para me embalarmas nao tem jeito
E no cheiro de meia-noite
Eu vou respirandouma saudade morna de ti
uma vontade pura de estar pertode abraçar-te
de alisar as maçãs de tua face
De beijar-te os ohos suavemente
De conversarmos no silencio
E ver-te pousad sob meu colo
pegar na mão do sono e com ele passear
Nada mais.
Suzane
Assinar:
Comentários (Atom)